Exposição “Tempo-movente: camadas temporais no antigo presídio, hoje Escola Viva”

No dia 16/11, no Sobrado dos Azulejos (Esquina entre as ruas Marechal Floriano e Francisco Marques, Rio Grande/RS) deu-se a abertura da exposição coletiva Tempo-movente: camadas temporais no antigo presídio, hoje Escola Viva, com trabalhos dos estudantes das Oficinas criativas em fotografia, coordenadas pela artista visual e profª Beatriz Rodrigues.

Os artistas refletiram sobre a água e suas múltiplas possibilidades de expressão através da fotografia.

A exposição coletiva Tempo-movente: camadas temporais no antigo presídio, hoje Escola Viva tem visitação aberta até 30 de novembro, no Sobrado dos Azulejos (de segunda a sexta, das 13 às 19h).

Prestigie!

Cartaz expo Tempo Movente 2015

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O antigo presídio, em fase de abandono. Fotografia Beatriz Rodrigues. Acervo pessoal (2004)

Tempo-movente

A Escola Viva sendo vivenciada por seus estudantes

Tempo-movente (2)

As colorizações sobre o trabalho “Modos de habitar”, da artista e professora Beatriz Rodrigues

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Confira o texto curatorial:

As imagens que compõem a exposição “Tempo-movente: Camadas temporais no antigo presídio, hoje Escola Viva” fazem parte das séries fotográficas desenvolvidas durante o ano de 2015 pelos estudantes das Oficinas criativas em fotografia, da Escola Viva (SMED/RG). A disciplina, ministrada por Beatriz Rodrigues, possibilitou aos alunos refletirem sobre as memórias de dor vinculadas ao espaço do antigo presídio, e propor modos de ressignificá-las através das práticas criativas aplicadas em fotografia.

A partir de vivências de ocupação de diferentes espaços da escola, para além da sala de aula, e também na vivência dos ambientes do entorno da escola, as/os estudantes, adolescentes de em média 15 anos, foram apresentados aos princípios básicos da fotografia digital, e também a diferentes técnicas aplicadas à linguagem fotográfica.

Light Painting, intervenções urbanas com fotografias em Lambe-lambe, e também a Colorização manual, em que são feitas intervenções manuais sobre o trabalho fotográfico da artista, com ruínas, denominado Modos de habitar, tornaram-se dispositivos artísticos para pensar as noções de tempo, lugar e memória.

Esta exposição mostra as criações dos estudantes na experimentação e vivência com estas diferentes abordagens, técnicas e materiais.

Beatriz Rodrigues – coordenação

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Com trabalhos em fotografia e colorização de:

Bruna Lessa, Cristiane Brasil, Francine Castro, Hayssa Laranjo, Lucas de Oliveira, Marina Rosa, Marinna Rodrigues, Nicole Belasquem, Peterson Vergara e Ryan de Lima.

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Documentação fotográfica colaborativa: Eliane Macedo

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